Communitor realiza monitoramento no Aeroporto da Pampulha

Uma área grande, aberta, com grande número de pessoas em circulação. O Aeroporto da Pampulha recebe, em média, duas mil pessoas por dia. Já imaginou por quantos lugares diferentes elas passam e quantos destinos as esperam? As pessoas infectadas podem ser portadoras do vírus sem apresentar sintomas, ou seja, não sabem que têm o vírus, mas podem levá-lo para os diferentes locais por onde passam. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 75% dos casos são assintomáticos. Não dá para contar com a sorte. É por isso que a Infraero se preocupa com a proliferação do Aedes aegypti e do Aedes albopictus e faz o monitoramento dos focos do mosquito nos aeroportos.

Área de embarque de passageiros do Aeroporto Carlos Drummond de Andrade

Área de embarque de passageiros do Aeroporto Carlos Drummond de Andrade

Desde fevereiro deste ano a Communitor está em atuação no Aeroporto da Pampulha. A solução oferece monitoramento automatizado e georreferenciado do Aedes por visão computacional. A contagem dos ovos é feita por meio das amostras colhidas por armadilhas ovitrampas, que são estrategicamente distribuídas em diferentes pontos do aeroporto.

A preocupação com os focos do mosquito faz parte da rotina do aeroporto, que está totalmente engajado na campanha para o enfrentamento do Aedes aegypti. Antes da implantação da solução da Communitor, o monitoramento era feito por uma equipe por meio de observação. Segundo Rafael de Almeida, engenheiro ambiental da Infraero, a implantação da solução da Communitor possibilita maior agilidade e precisão nas ações de combate aos focos do mosquito. “Quando chega o feedback da Communitor nós determinamos os locais que precisam ser olhados com minúcia e passamos para a área responsável pela execução das ações de combate”, explica.

As ovitrampas foram implantadas em sete pontos estratégicos. Os locais foram escolhidos de acordo com a recomendação da Organização Mundial da Saúde, sendo que cada armadilha cobre um raio de 200 metros.

Armadilha implantada na Torre Antiga

Armadilha implantada na Torre Antiga

Como a Communitor envia um relatório semanal com o número de ovos encontrados em cada armadilha, fica fácil detectar aqueles pontos nos quais a presença de larvas está acima do esperado. Assim, basta ir até o local apontado e investigar o motivo da alteração. Foi o que aconteceu no Aeroporto da Pampulha. Quando a equipe responsável foi até o local apontado no relatório, descobriram que a telinha protetora de um dos bueiros havia rasgado. O problema foi resolvido prontamente. Para Rafael, essa é uma das maiores vantagens trazidas pela Communitor. “A grande vantagem do serviço deles é essa: não precisa mais direcionar uma mão de obra grande, já que eles direcionam exatamente aonde atacar”, diz. O percentual de redução global dos focos do Aedes no aeroporto da Pampulha foi de 42% desde o início do monitoramento, em fevereiro desse ano.

Você sabia?

A Dengue, a Chikungunya e a Zika têm apresentado números alarmantes de vítimas em Minas e no Brasil. Entre janeiro e março de 2016 foram registrados mais de 250 mil casos em todo o estado, segundo a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais. E o Aedes não é um problema unicamente governamental. Somos todos responsáveis por combater o mosquito. A Communitor pode auxiliar no monitoramento de áreas e na detecção de potenciais criadouros desconhecidos do mosquito em empresas, espaços com altos índices de circulação de pessoas, bairros, cidades, etc. Entre em contato. Faça a sua parte.

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